segunda-feira, 24 de agosto de 2015

'Resident Evil 2' irá ganhar remake (PS2)

                                                        RESIDENT EVIL II
Capcom confirmou nova versão em vídeo publicado nesta quarta-feira (12).
Diretor atribui aprovação de projeto à paixão e suporte dos fãs da série.


O game de terror e Zombie"Resident Evil 2" finalmente irá ganhar um remake. A nova versão, muito aguardada pelos fãs da série, foi confirmada pela Capcom em um vídeo publicado nesta quarta-feira (12).

"Graças à sua imensa paixão e suporte, o projeto finalmente foi aprovado para desenvolvimento. Vocês têm nos pedido há anos um remake de 'Resident Evil 2' e não pudemos fazê- lo... até agora", diz Yoshiaki Hirabyashi, diretor do game, no vídeo.
"Iremos dar nosso melhor para aproveitar o seu feedback e entregar a experiência que vocês estão esperando".

Ao contrário de "Resident Evil HD Remaster", versão lançada em janeiro que aumenta a resolução dos gráficos e atualiza os controles do game de 2002, um remake começa do zero e refaz o título por completo. Por conta disso, Hirabyashi salienta que irá demorar algum tempo até o projeto do novo "Resident Evil 2" ter novidades.

Para quem não conhece, "Resident Evil 2" acontece fora da mansão do primeiro game, na própria Raccoon City, e apresenta os personagens Leon Kennedy e Claire Redfield. Leon chega à cidade para seu primeiro dia como policial, enquanto Claire procura por Chris, herói do "RE" original. Ambos se deparam, porém, com ruas infestadas de zumbis, e precisam agir em parceria para sobreviver.

Brasileiro 'Rocket Fist' une 'TowerFall' e jogo de queimada e chega em 2016

                                      ROCKET FIST 
Game multiplayer tem lançamento confirmado para Xbox One, PC e Wii U.
Daniel Silveira e Thiago Adamo são os responsáveis pelo desenvolvimento.Fonte"Lukas Cameron"




Acabou? Ainda não. Mas já dá para dizer que 2015 é o melhor ano da história dos games brasileiros. Felizmente, 2016 já tem um candidato a dar sequência ao ótimo momento da pulsante cena nacional. Ele é "Rocket Fist", jogo multiplayer que une a tensão e a diversão simples do hit indie "TowerFall" a uma brincadeira que nós conhecemos bem, a queimada.

A ideia lembra bastante a de "TowerFall" e de outros multiplayers de partidas rápidas que surgiram nos últimos anos. Os jogadores controlam robôzinhos que são trancados em arenas para ver quem acumula mais pontos e/ou sobrevive. A graça é que você só tem um disparo por vez, o que te obriga a pensar a toda hora se é melhor atirar ou fugir.


Some a isso uma habilidade de esquiva, a necessidade de recolher os punhos do chão para disparar de novo e a possibilidade dos tiros rebaterem na parede – daí a queimada de "Rocket Fist" – e a bomba está plantada para partidas emocionantes e estratégicas, mas também muito imprevisíveis.

''Rocket Fist" é fruto da parceria entre o artista e programador Daniel Silveira e o produtor musical Thiago Adamo. Os dois já apareceram aqui no G1 durante a Copa do Mundo no Brasil com "Gol da Alemanha Simulator", uma brincadeira em formato de jogo com aquele fatídico 8 de julho de 2014.

Silveira, que cursa mestrado em mídias digitais no Canadá, diz que "Rocket Fist" surgiu como um pequeno protótipo para o portátil PS Vita. O objetivo era criar um game multiplayer em que cada jogador segurava um dos lados do aparelho. Mas aí o projeto cresceu, "TowerFall" bombou e a ideia experimental acabou virando um jogo de verdade.

"Muita gente jogava ['TowerFall'] no mestrado e eu gostei bastante da ideia. Como um dos meus gêneros preferidos para desenvolver é o 'top-down shooter', fiz um teste com munição limitada e que rebatia bastante nas paredes", diz Silveira ao G1. "Vi que ficou bem divertido ter uma única bala, pois os jogadores precisavam pensar antes de usá-la, senão ficariam vulneráveis".

O brasileiro conta que não começou a trabalhar em "Rocket Fist" pensando em queimada. Hoje, no entanto, não consegue jogar o game sem lembrar da brincadeira. "Não tem como não pensar nos tempos de escola jogando queimada. As regras são praticamente as mesmas. Pegue a bola, arremesse no coleguinha, tente não ser atingido, repita".
Silveira diz que "Rocket Fist" será lançado em 2016 para Xbox One, PC e Wii U. Uma demo alpha do game pode ser testada aqui. Nos computadores, uma versão preliminar, para coletar feedback dos jogadores, pode chegar entre outubro e novembro. A dupla também pretende levar o game para as plataformas PlayStation.PLAY GAMES 2015

Torneio de 'League of Legends' na Brasil Mega Arena premiará R$ 10 mil

                        LEAGUE OF LEGENDS
INTZ (vice-campeã do CBLoL), Keyd Stars, CNB e g3nerationX irão jogar.
Evento de eSports acontece entre 4 e 7 de setembro no São Paulo Expo.

Brasil Mega Arena, antiga XMA, terá torneios de 'League of Legends', 'World of Tanks' e 'Counter-Strike'.

A Brasil Mega Arena (antiga XMA Mega Arena), que acontece entre 4 e 7 de setembro no São Paulo Expo, terá um torneio de "League of Legends" com equipes da primeira divisão do CBLoL e premiação de R$ 10 mil. INTZ, vice-campeã do CBLoL 2015, e os times Keyd Stars, CNB e g3nerationX irão disputar o campeonato.


A semifinal acontece no penúltimo dia de evento, no domingo (6), com a grande final marcada para a segunda-feira (7). Os ingressos custam a partir de R$ 40, valor da meia-entrada válida para estudantes e visitantes que doarem 1 kg de alimento não perecível.

A Brasil Mega Arena também será palco das finais dos campeonatos de "World of Tanks" e "Counter-Strike: Global Offensive". 

No primeiro semestre, a Wargaming, empresa por trás do jogo de tanques, disse ao G1 que pretende investir cada vez mais no Brasil, um país cujos jogadores amam eSports.PLAY GAMES 2015

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Scorpion, Sub-Zero, Raiden e Kano em vídeo de MK X

Durante a PAX (Penny Arcade Expo), evento que aconteceu em Seattle entre os dias 29 de agosto a 1º de setembro, aconteceu um streaming pelo Twitch em que Adam Urbano, produtor na NetherRealm Studios, fala sobre as novidades de Mortal Kombat X. Mortal Kombat X chega ao Brasil em português O vídeo, com mais de dez minutos de duração mostra duas batalhas. No primeiro embate, Scorpion luta contra Sub-Zero no cenário Snow Forest (Floresta Nevada). Já na segunda peleja, Raiden enfrenta Kano no level Jungle (Selva).   Mortal Kombat X será lançado em 2015 para Xbox 360, Xbox One, PlayStation 3, PlayStation 4 e PC.

Baixar Dead Rising 3 (PC) 2014




#1BrazilRelease Mais Uma Vez Torrent Games Na Frente, E Em Primeira Mão O Ex-Exclusivo Da Microsoft Dead Rising 3 Para PC, BORA BAIXAR E VOTAR GALERA!!!

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Descrição: 
Dead Rising 3 tem um novo herói, Nick Ramos e acontece 10 anos depois de Dead Rising 2. O jogo apresenta uma mapa aberto e permitirá andar por toda a cidade de Los Perdidos, e se não bastasse o número de inimigos, agora eles estão mais inteligentes. Você terá apenas 6 dias para completar suas tarefas e sair vivo antes que a cidade seja dizimada.

Requisitos Minimos:
Processador: Intel Core 2 Quad Q9550 / AMD Phenom II X4 945
Velocidade do processador: 4 núcleos de 2.83 GHz
Memória RAM: 6 GB
Memória de vídeo: 1 GB
Chipset de vídeo: NVIDIA GTX 570 / ATI HD 7870
Direct3D: Sim
Versão do DirectX: 11.0
Sistemas Operacionais: Windows 7 64-bit
Espaço: 30 GB livres em disco 

Informações do Arquivo: 
Plataforma: PC
Tamanho: 32.97 GB

domingo, 13 de abril de 2014

Gearbox anuncia novo Borderlands para 360, PS3 e PC

O vídeo acima - publicado pela Gearbox Software nessa quarta (09) - revela Borderlands: The Pre-Sequel, uma sequência do primeiro Borderlands e que se passa antes de Borderlands 2. Esse jogo irá trazer quatro novas classes: Nisha, The Lawbringer; Athena, The Gladiator; Wilhem, The Enforcer e (o carismático "mascote" do jogo anterior) Claptrap, The Fragtrap será a útlima nova classe jogável.

 O jogo irá se passar na lua de Pandora e trará novas dinâmicas ao combate como a ausência de atmosofera e gravidade. Essa sequência / prequela irá contar como o vilão Handsome Jack ascendeu ao poder.

 Borderlands: The Pre-Sequel será lançado esse ano para Xbox 360, PlayStation 3 e PC.

Indie Strike Suit Zero chega para PS4 e Xbox One.

O vídeo acima é o trailer de lançamento de Strike Suit Zero: Director's Cut . Esse jogo - que chegou nessa terça (08) no Xbox one PS4 - é uma versão melhorada do game lançado para PC, Mac e Linux em janeiro de 2013.

  Strike Suit Zero se passa no ano de 2299 onde uma guerra ameaça extinguir a humanidade. Para tentar equilibrar essa batalha, você controla uma nave de combate que possui a habilidade de se transformar em uma forma humanóide, no melhor estilo Macross (e Transformers). Esse game foi financiado através de uma campanha no Kickstarter em novembro de 2012, ao arrecadar 174 mil dólares.

 Strike Suit Zero: Director's Cut foi lançado para Xbox One e PlayStation 4 nessa terça (08) e irá chegar ao PC nos próximos meses.

sábado, 12 de abril de 2014

Titanfall

Nessa quinta (10), a Respawn Entertainment lançou um patch de atualização para Titanfall. Partidas privadas, novas cores para os membros de seu grupo e para seu Titã em modo automático são as principais melhorias dessa atualização. O modo privado das partidas, permite a você convidar até 11 amigos, divididos em dois times com seis integrantes cada. Essa opção de jogo não dará nenhuma experiência para os participantes e também não habilitará conquistas, nem progresso nos desafios.  Os amigos que estiverem em sua Party irão aparecer no mapa indicados em uma cor verde, e o nome deles também será exibido com essa tonalidade. O seu Titã (quando estiver em modo automático), terá o nome mostrado em dourado caso mate algum inimigo. Essa alterações foram feitas para facilitar a identificação no mapa e no texto das partidas. A arma 40mm para Titãs teve sua capacidade de balas reduzida para 12 (anteriormente eram 20 tiros), inclusive com o pente extendido, que agora possui 16 tiros (antigamente eram 25). Essa atualização removeu um hack em que jogadores do PC, ao alterar os arquivos de configuração local, conseguiam explorar uma vulnerabilidade do jogo. Para conferir todas as melhorias, veja o post (em inglês) no site do jogo Titanfall

Transistor chega em 20 de maio para PS4 e PC



Transistor é o novo jogo da Supergiant Games, produtora independente responsável por Bastion. E nessa quinta (10), a empresa revelou que o jogo será lançado em 20 de maio. Além disso, quem estiver na PAX East - evento que acontecerá entre 11 a 13 de abril em Boston - poderá experimentar uma demo de Transistor no estande da Supergiant Games (foto).

   Esse RPG com elementos de ficção científica é protagonizado por "Red", uma garota ruiva que porta uma espada mística. Como pode ser visto no Primeiro Trailer do jogo, Transistor compartilha diversos aspectos com Bastion, primeiro título da empresa, que foi lançado em 2011.

    Transistor será lançado para PlayStation 4 e PC em 20 de maio por 20 dólares. O áudio do jogo estará em inglês mas o texto estará em português.  Fonte: Transistor chega em 20 de maio para PS4 e PC

Heroes of The Storm apresenta seus personagens

Para entrar no clima da PAX East, evento que acontece em Boston entre os dias 11 e 13 de abril, a Blizzard publicou o vídeo acima. Essa sequência exibe alguns dos personagens e um pouco do gameplay de Heroes of The Storm , MOBA da empresa que atualmente está em fase alpha.

 Além desse trailer, a Blizzard também revelou vídeos individuais para exibir as habilidades dos personagens. Até o momento, os heróis e vilões que foram "formalmente apresentados" foram Kerrigan (StarCraft II), Brightwing (World of Warcraft), Tyrael (Diablo III) e Tychus (StarCraft II). Confira abaixo os vídeos de cada um destes combatentes.

Tychus Findlay


Tyrael


Kerrigan


Brightwing 


Square oferece update gratuito de FF XIV para PS4



Embora Final Fantasy XIV: A Realm Rebord  só chegue ao PlayStation 4 em 4 de abril, já é possível ter acesso ao jogo através do Early Access. Quem já tiver comprado a versão para PS3 e tiver interesse, já poderá começar a migração gratuita para a versão do PS4.

 Quem optar por fazer o upgrade Gratuito para a versão de PS4, não poderá mais acessar a edição de PS3 do jogo. Ao término dessa atualização, todas as informações do game como personagens e itens estarão disponíveis no novo sistema.

  A edição para Playstation 4 de Final Fantasy XIV: A Realm Reborn estará disponível em 14 de abril e será possível fazer essa migração sem custo adicional até 31 de dezembro desse ano. Para jogar esse MMO é necessário pagar uma taxa mensal.

Street Fighter




 A equipe responsável pela criação da webssérie Street Fighter: Assassin's Fist, apresentou um vislumbre do que será o personagem Ryu dentro da série. Apesar de ser o protagonista do jogo, um dos principais focos da série será o relacionamento de Goutetsu e seus discípulos, Gouken e Gouki (Akuma).   Obviamente Ryu, Ken e outros personagens (ainda não revelados) terão uma participação ativa na história, mas nada de concreto foi apresentado até o momento.    A Capcom revelou que exibirá, via seu canal Capcom Fighters, um vídeo especial de dois minutos da série. O evento acontece durante a PAX East neste final de semana, em dois horários, às 12h PDT (15h no horário de Brasília) e às 14h PDT (17h no horário de Brasília).

sábado, 5 de abril de 2014

Yaiba: Ninja Gaiden Z

Em algum momento entre o anúncio e o lançamento de Yaiba, ele se perdeu. Toda a empolgação de experimentar um spin-off de Ninja Gaiden dirigido por Keiji Inafune, dura exatos 15 minutos de uma demonstração de jogo da E3. E mesmo dentro desse período, cheio de ressalvas, principalmente relacionadas ao seu humor duvidoso. Mas Yaiba: Ninja Gaiden Z foi lançado, e ficamos sem saber se ele é um Ninja Gaiden que deu (absurdamente) errado ou só um jogo de ação medíocre.   Ninja Gaiden, mesmo?   Alguém deveria ligar agora para a Spark Unlimited e a Comcept e pedir, encarecidamente, que retirassem o nome Ninja Gaiden Z do título do game. Em nada, absolutamente nada o game pode ser comparado a aventura de Ryu Hayabusa com seus inimigos desafiadores e combos cheios de ginga nipônica.   O visual exagerado e colorido de Yaiba é uma afronta a qualquer tipo de etiqueta ninja criada pela série original. Ele anima no começo (eu realmente gosto do cel shading aplicado nesse jogo), mas depois fica tão carregado que, misturado a trilha sonora eletrônica que o acompanha, parece nos fazer voltar no tempo até aquela época que poucos gostam (ou tem coragem) de se lembrar, a dos famigerados clubblers. 



Zumbis caricatos também não ajudam muito. Não sou um daqueles fãs da comédia bobinha e mais ou menos escatológica. Pelo menos não em todos os casos. Yaiba não parecia ser um desses, e talvez por essa razão as coisas tenham ficado tão "falsas". Os zumbis-comédia apresentados são extremamente de mau gosto. A falta de "seriedade" nos vilões, na trama e no próprio protagonista deixaram todo o jogo mais raso que um pires e sem um pingo de identidade, seja por parte da Tecmo Koei ou do próprio Inafune. Não que o original seja uma réplica shakesperiana, não é isso que quero dizer, mas sim que o tom da história podia ser mais "cool" e menos babaca.   Parece aquela situação cômica encontrada em jogos como Dead Rising, mas ao contrário do game da Capcom, que são situações criadas pelo próprio jogador e a liberdade com que ele pode manipular as coisas que o cerca (se vestir da forma que quiser, por exemplo), força o papel do ridículo através de situações do próprio jogo, nada divertidas como uma "chuva de calcinhas", ou zumbis motoristas. As únicas partes que podemos realmente dizer "isso é Ninja Gaiden" são as cutscenes de início e quase final do jogo, em que Yaiba e Ryu se enfrentam violentamente - a cutsecen próxima do final é tão sensacional que eu vou deixar aqui, caso alguém queira ver e não jogar todo o game.





História...?   Yaiba é um ninja fugitivo, pertencente ao clã Kamikaze e que tem Ryu Hayabusa no seu encalço, contratado por sua própria "família". Acontece que o Clã Kamikaze tem essa espada secular, um tesouro bastante importante e que atualmente está nas costas de Yaiba. A missão de Ryu é recuperar essa espada, mas Yaiba é um daqueles caras que gosta do sangue jorrando e da tensão da batalha. A luta foi rápida e Ryu levou a melhor.    O resto da trama é toda sem pé nem cabeça, envolve uma jovem cientista ninfomaníaca e super inteligente, um empresário inescrupuloso que visa o lucro em primeiro lugar, zumbis criados "acidentalmente" e até mesmo alguns alienígenas, sério. E temos Ryu, que começou seguindo Yaiba, mas depois partiu para a investigação de todo esse lance zumbi, procurando uma maneira de salvar o mundo. E depois que Yaiba é reconstruído, o único propósito da sua existência é a vingança contra o ninja do clã Hayabusa. É uma história ruim e não melhora.   Tirando Ryu, que eventualmente somos obrigados a enfrentar - em uma batalha injusta e muito desigual, exatamente como todos os inimigos de NG devem ser -, o restante dos chefes de fases e demais adversários não passam de "sub-chefes" sem um real propósito. O palhaço que suamos para matar na primeira fase aparece em dobro na segunda. Isso acontece com todos os chefes, deixando as próximas fases com cara de anteriores.   Sem respeito pelo inimigo




Nada de florzinha na cabeça: Yaiba é um quase um passeio no parque. Parece difícil no começo, mas é questão de pegar o jeito do "parry" e saber cadenciar seus ataques. São três ao todo: golpes fracos de espada e um tipo de chicote (feito do próprio braço biônico), e um ataque mais violento com o seu novo braço biônico. E não existe pulo (como assim!!!) no jogo.   A variedade de combos é alta, mas a eficiência dos mesmos, duvidosa. Alguns são obviamente mais fáceis de serem usados em diversas situações, mas tenha em mente que o seu leque de opções é reconfortante. A parte ruim é que os movimentos do personagem, apesar de expressivos visualmente, cheio de animações bem bacanas, são inexpressivos quando precisam te dar a o feedback do impacto. Quando estamos cercados de inimigos e até perdemos Yaiba de vista, ficamos sem saber direito se estamos batendo ou apanhando.   A mecânica de parry é bastante útil, principalmente quando evoluída ao máximo, mas é muito difícil se tornar um mestre da artimanha. Ataques normais são extremamente difíceis de serem bloqueados com perfeição, diferentemente do que acontece com projéteis lançados contra você. Use e abuse do slowdown proporcionado pelo parry nessas situações. 



O sistema de ataques elementais do jogo é legal. São três tipos: elétricos, "gosmentos" (ou tóxicos) e flamejantes. Cada um deles funciona melhor quando usados entre si, graças ao sistema secundário de "armas" do jogo. Desmembrando certos inimigos, você cria novos equipamentos para Yaiba.    Um chicote elétrico feito da medula de um determinado zumbi é extremamente eficiente contra um zumbi tóxico (one hit kill), cabeças cuspidoras de fogo podem eliminar hordas de zumbis elétricos com um único disparo e nunchakus montados a partir de braços arrancados de zumbis palhaços são eficientes contra quaisquer tipos de inimigos. É legal, mas limitado a três armas elementais o jogo inteiro.   A diversão proposta pelo combate dura pouco. Menos ainda dentro do sistema de fases do jogo. Ao contrário da liberdade de cenário proposta nos demais Ninja Gaiden, Yaiba sempre o prende em áreas tipo arena, e só conseguimos prosseguir após eliminarmos todas as ameaças da fase. A sequência da fase acontece por ações em QTE de qualidade duvidosa. O pior é quando o QTE acompanha trechos de plataforma os quais precisamos esperar o momento certo para continuar. O lance todo é problemático porque essas coisas acontecem meio do nada, e provavelmente você será obrigado a repetir o trecho pelo menos uma vez.




As notas por área dadas ao jogador tentam fazer a gente se importar com os pontos de experiência. Mas isso é esquecido assim que conquistamos o nível máximo do personagem (o que acontece pouco antes da quinta fase, talvez), com todas as habilidades destravadas e evoluídas. Daí em diante o jogo "trava" e quaisquer chances de futuras mudanças do seu personagem deixam de existir.   A câmera fixa no alto ajuda a resolver as constantes reclamações do estilo livre dos outros jogos da série, mas ao mesmo tempo cria novos problemas ao jogador. Em determinados momentos o zoom out é tão grande que fica difícil até encontrar o seu personagem no meio de tanta confusão. As lutas contra mais de um gigante ao mesmo tempo são as mais problemáticas nesse sentido.   Tinha muita curiosidade em conhecer Yaiba: Ninja Gaiden Z. No fim, não consegui vislumbrar nada de Inafune ou Team Ninja no game. Perdido nele mesmo, não é Ninja Gaiden, tampouco um bom jogo de ação. (E como a luta contra o último chefe é chata, meu deus!)

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Daylight é adiado para o final de abril

De acordo com a publicadora Atlus, Daylight, o próximo survival horror a ser lançado para o PS4 e PCs foi adiado devido aos pequenos ajustes técnicos que os desenvolvedores querem dar ao jogo para deixá-lo "mais assustador". A nova data de lançamento ficou para o dia 29 de abril.   No entanto, como uma forma de recompensa, nas primeiras duas semanas do seu lançamento na PSN, usuários Plus terão acesso ao jogo por U$9,99, e os não assinantes podem comprá-lo por U$11,99. Depois de duas semanas do seu lançamento, o jogo volta ao seu preço normal de U$14,99. Nos PCs, a pré-venda do jogo vai custar U$9,99.

Diablo III: Reaper of Souls

Reaper of Souls, a primeira expansão de Diablo III, finalmente saiu e com ela vieram muitas novidades. Temporariamente exclusivo para PC e Mac, a expansão traz a nova classe Cruzado e apresenta a continuação da história tendo como vilão Maltael, o Anjo da Morte. Caso não tenha terminado Diablo III ainda, pare de ler aqui. Reaper of Souls introduz o Ato V e revela bastante coisa após Diablo ser derrotado e aprisionado na Pedra Negra das Almas. Em uma introdução em CG de cair o queixo, Maltael rouba a pedra para si e assim começa a nova aventura.   Confesso que não jogava Diablo III há meses, mesmo após os patches. Cheguei a conferir a versão de console mais pela curiosidade da adaptação para o controle - que ficou excelente - do que pela vontade de criar novos personagens e fazer tudo de novo. Porém não pense que Diablo seja apenas isso: criar personagens, chegar ao nível máximo, e terminar o game. Esta obra-prima da Blizzard sempre tem algo novo a oferecer, sendo praticamente interminável. Com a chegada do Reaper of Souls e o aguardado pacth 2.0.1, meu interesse por Diablo III voltou com tudo.  

Uma casa em chamas por um mundo mais justo

 A Casa de Leilões caiu após muitas reclamações, como o desequilíbrio entre os jogadores e o famoso “farming”, que criou um verdadeiro mercado negro de compra/venda de itens virtuais. Tenho um amigo que, sozinho, ganhou mais de 200 dólares nesta brincadeira. Óbvio que a Blizzard ganhou com isso também, mas não ignorou o buraco em seu próprio sistema. Um buraco que causava vários problemas e passou a afastar os jogadores mais experientes. O exemplo mais comum é este aqui: imagine você, que passa horas e horas jogando, tromba com aquele seu amigo que começou a jogar há pouco tempo e tem um personagem muito mais poderoso que o seu. Como isso é possível? Comprando itens com bônus de experiência na Casa de Leilões, algo que permite pular muitas horas de busca por itens e progressão de nível. O sistema de troca de itens entre jogadores também foi eliminado para evitar o mesmo problema.


Outra mudança radical está nos itens que caem para o seu herói nefalem. Chega de saquear toda aquela tralha que não serve para a sua classe. Agora os itens derrubados pelos inimigos são, em sua grande maioria, voltados pra classe com a qual você está jogando. Os mesmos são marcados na sua conta da Battle.net, não sendo possível repassar à outros jogadores. Se você derrubar um item lendário para o seu amigo, ele verá o item transparente e marcado com seu nome. A troca só é possível em missões de grupo, e com todos no mesmo local em que o item caiu. Aliás, os itens agora possuem atributos primários, secundários e a passiva, além de atributos mais justos - numa escala de 140 a 200 (antes era 100 a 200).   O jogo já seria muito melhor apenas com estas mudanças, mas elas continuam. O limite de nível do herói subiu para 70, abrindo uma nova habilidade para cada classe: Avalanche (Bárbaro), Vingança (Caçador de Demônios), Epifania (Monge), Piranhas (Feiticeiro) e Buraco Negro (Arcanista). Aliás, todas as classes sofreram mudanças significativas. O limite do nível de excelência (Paragon) foi retirado, agora sendo compartilhado entre todos os heróis, e o jogador ainda recebe pontos para distribuir em quatro características: Atributo, Ataque, Defesa e Utilidade. Pontos que você pode reiniciar a qualquer momento e sem custo. Isto muda completamente a forma de jogar Diablo III, além de multiplicar a diversão e o fator replay.   Com grandes poderes vêm grandes desafios   Os inimigos passaram a acompanhar a progressão do herói por igual, independente do nível de dificuldade. As batalhas ocorrem sempre à sua altura, tanto em nível como em habilidades. Pra adicionar ainda mais desafio, os monstros do tipo campeão (azul) e elite (amarelo) possuem até cinco afixos: Pulso gélido, Orbitante, Encantado por veneno, Trovejante e Tunelamento.


Batalha contra um chefe na Fenda Nefalem Para os jogadores experientes, além dos famosos modos Hardcore (morreu, perdeu o herói) e PvP, agora há 10 níveis de dificuldade: Normal, Difícil, Perito, Mestre e Suplício (1 a 6). Para incentivar a procura por itens lendários, a Blizzard criou os modos de Aventura, Caçada e Fenda Nefalem. O modo de Aventura permite ir à qualquer lugar e fazer as missões da história na ordem que desejar, com todos os atos destravados logo de cara. No modo de Caçada, basta falar com Tyrael e concluir missões por ato para adquirir recompensas valiosas. Neste mesmo modo você encontra eventos aleatórios, disparados por exemplo por baús amaldiçoados, que culminam em batalhas contra inimigos mais fortes e mais recompensas. A Fenda Nefalem pode ser aberta a qualquer momento tocando em um Obelisco Nefalem. A fenda leva à uma missão especial com mapa e inimigos aleatórios no qual o grupo deve matar monstros até encher uma barra de porcentagem. Quando 100% completada um chefe de fase surge. Este e os outros modos citados dão também recompensas como os Estilhaços Sangrentos, os quais você troca por itens aleatórios com a nova mercadora Kadala. Esta é uma das muitas formas de obter aquele item lendário que você tanto sonha.   Outra forma de ter os melhores equipamentos é encontrando receitas lendárias para investir seu ouro e ingredientes no ferreiro Haedrig, que ganhou muitas melhorias na forja, e na nova personagem Míriam, uma mística que pode trocar atributos de um item por encantamento (força por inteligência, por exemplo) ou mesmo mudar a aparência do item. Uma solução genial para acabar com aquele visual carnavalesco do seu personagem que nem as tinturas resolvem.


Desbravando o Ato V e a nova classe   Jogando com calma e acompanhando a história nos mínimos detalhes, o Ato V chega a durar três horas. A trama de Reaper of Souls engrandece a obra junto aos ótimos diálogos entre personagens já conhecidos e outros inéditos (tudo em português, claro). Artisticamente, a expansão é superior ao game original. Os cenários são macabros e mais escuros como no primeiro Diablo, com mais níveis de profundidade entre um plano e outro. Durante as trovoadas nos minutos iniciais, a cidade de Hespéria revela sua beleza mórbida com ruas infestadas por vingadores da morte. Destaco também os novos inimigos e chefes de fase, em especial a bruxa Adria. A passagem pela Fortaleza Pandemônio, onde Maltael o aguarda, é um espetáculo visual à parte.   Naturalmente comecei a expansão com a classe Cruzado, e diria que é uma mistura de Bárbaro com Paladino (Diablo II). A classe pode ser desenvolvida como um “tanque de guerra”, para absorver e refletir dano, bem como um herói estratégico para danos críticos extremos. Visualmente a classe é bem bacana e com habilidades bonitas de ver, como a investida de um corcel celestial. A classe faz uso da Ira, semelhante à Fúria do Bárbaro, e boa parte das habilidades causam status para fortalecer a defesa do herói ou retardar / tontear os inimigos. Sob a direção de Gustavo Nader, a voz masculina do Cruzado foi feita pelo dublador Ricardo Juarez, famoso por dublar personagens como Barney (Os Simpsons), Johnny Bravo, Hellboy e a girafa Melman (de Madagascar 1 e 2), entre outros exemplos. Nos games, estreou fazendo a voz do Kratos em God of War. Já a voz feminina ficou à cargo da dubladora veterana Monica Rossi, a qual emprestou sua voz à muitos desenhos, séries e filmes dos anos 80 pra cá. Para identificá-la facilmente, só digo uma coisa: ela fez a voz da Sarah Connor (Linda Hamilton) em O Exterminador do Futuro 1 e 2. Márcio Simões, que dubla o Tyrael, também gravou novo material para a expansão. Sem dúvida um elenco de primeira.   Em minha aventura para construir um Cruzado nível 70, só tive uma ressalva: é um personagem tecnicamente lento e truncado, característica que não faz o meu tipo. É uma classe estratégica para se jogar em grupo e ótimo para causar status acumulativos. Ainda assim preferi jogar Reaper of Souls com uma classe mais ágil como Arcanista ou Monge.


Trecho da Fortaleza Pandemônio, onde você trava as melhores batalhas do Ato V   Por fim, o patch incluiu o sistema de clãs e comunidades. Em clã o grupo é menor e só entra convidados, com chat privado e info completa de cada herói do grupo para consulta - o meu clão se chama "HUE", só para constar. Em comunidade, você pode participar de um grupo ilimitado de jogadores com um mesmo objetivo. Exemplo: somente brasileiros, todo mundo com a mesma classe, etc. É também uma boa forma de fazer novas amizades.   Reaper of Souls é obrigatório para quem já joga Diablo III ou se interessa pelo gênero de RPG de ação. Com estas (e outras) mudanças, o game ficou mais profundo e complexo, oferecendo inúmeras experiências de jogo. Uma partida nunca é igual à outra, seja jogando sozinho ou com amigos. E mais uma vez vimos a Blizzard realizando um excelente serviço de atendimento aos fãs, fazendo as mudanças necessárias para deixar seu jogo ainda mais lapidado.

sábado, 29 de março de 2014

Top 10 - Teenage Mutant Ninja Turtles(Tartarugas Ninjas Turtles)

Jovens répteis transformados em formas humanas que foram treinadas por um rato, um mestre na arte milenar do Ninjutsu. Cada uma das tartarugas recebeu o nome de um artista do Renascimento e é especialista em uma arma de combate. E todas compartilham do mesmo amor pela comida suprema. Leia: pizza.   Se alguém me pedisse para eleger um um produto cultural que resumisse os anos 90, muito provavelmente eu escolheria as Tartarugas Ninjas Mutantes Adolescentes, também conhecidas por seu acrônimo em inglês, TMNT. Embora muitos não saibam que esse ícone da cultura popular mundial teve sua origem nas histórias em quadrinhos, as Tartarugas Ninjas também participaram de jogos e filmes.   Em homenagem à revelação do primeiro trailer para o novo filme que chega em agosto, o Top 10 dessa semana lista os dez jogos mais importantes das Tartarugas Ninjas Mutantes Adolescentes. E participe da enquete ao lado, e ajude a decidir um debate que rola há muito tempo em nossa redação, sobre qual é a tartaruga mais legal. Mesmo que, a reposta certa seja óbvia, não é mesmo?

quinta-feira, 27 de março de 2014

Minecraft para Oculus é cancelado devido ao Facebook

Nessa terça (25), o Facebook anunciou a compra da Oculus VR, empresa responsável pelo Oculus Rift, um visor que simula uma realidade virtual. Por conta da aquisição da empresa pelo Facebook, Markus Persson - criador de Minecraft - cancelou a versão do jogo que estava em discussão de ser lançado para esse simulador. 


quarta-feira, 26 de março de 2014

Metal Gear Solid V: Ground Zeroes

Sim, nós ficamos esperando. Seis longos anos após a última grande iteração para consoles, Guns of the Patriots, e quase quatro se levarmos em consideração Peace Walker - que deveria ter recebido o nome de MGS5, dada sua grandiosidade e relevância. Ficamos esperando, mas poderíamos ter esperado um pouco mais, mesmo porque houve um tempo que pensávamos que nunca mais veríamos a cara de Snake novamente. Mas pensávamos mesmo? Ainda tento compreender a real intenção da Konami com Metal Gear Solid V: Ground Zeroes. The Phantom Pain, o verdadeiro MGSV (por que o algarismo romano de súbito, Kojima?) segue sem data definida de lançamento - especula-se início de 2015 - e, acredite, poderíamos ter esperado até lá. Certo, o viés de tutorial já havia sido devidamente informado (inclusive por Hideo Kojima, em seu twitter), mas todos os fãs de Metal Gear se importam demais com trama e desenvolvimento de personagens, atribuindo a isso quase primeira importância, e não há absolutamente nada de novo aqui. Abrindo e fechando com cutscenes que já havíamos visto, há conteúdo para justificar o preço sugerido? Honestamente, só cabe a você me dizer. O quão fã de Metal Gear você é?


Talvez uma tristeza que me acometa, ao acompanhar tantos aficionados pela série ao adentrar Ground Zeroes, seja perceber como Peace Walker é um jogo subestimado. Chico, Paz, Amanda, Huey, Dr. Strangelove e tantos outros personagens importantíssimos - e que serão desenvolvidos em The Phantom Pain - deram as caras pela primeira vez em território cubano, e não ter conhecimento de causa comprometerá o todo. Muita gente nunca o experimentou, tendo sequer idéia de ser o real desenvolvimento rumo à vilanização de Big Boss. Cabe expor a ferida ainda mais: o real sucessor de Snake Eater (indiscutivelmente o melhor da série) é Portable Ops, outro título canônico à trama e altamente subestimado. Ao término da batalha de Snake em solo soviético, é necessário entender os difíceis caminhos que o herói deve percorrer até alcançar seu apogeu em Metal Gear 2: Solid Snake: Big Boss precisa se tornar o vilão da história, e The Phantom Pain deve nos entregar exatamente isto. Para se apreciar o que há de valor em Ground Zeroes é preciso entender o que ele é de forma efetiva, a fim de evitar decepções. Já é quase de conhecimento popular a brevidade do episódio (sim, é mesmo possível concluí-lo em poucas dezenas de minutos), mas é relevante sentirmos, com controle em mãos, as radicais mudanças nos alicerces fundamentais que Ground Zeroes apresenta à Metal Gear. Uma mera demonstração conseguiria fazer o mesmo? Talvez, mas não com a quantidade de extras que aprofundam (nunca desenvolvem, percebam tratar-se de uma evolução vertical) o rico universo de MGS. Após os eventos de Peace Walker (recomendo a leitura das onze páginas de texto que sintetizam a trama supracitada), Snake e Kazuhira Miller seguem firmes com sua Mother Base e seu exército particular, o Militaires Sans Frontières - MSF, em algum lugar do Mar do Caribe. Paz - agente dupla (talvez tripla?) está desaparecida e considerada morta após o confronto com Big Boss (spoiler de marca maior de Peace Walker) - e Chico é capturado ao tentar encontrá-la. Conseguindo interceptar informações do paradeiro do garoto apaixonado, Snake parte em seu resgate, caindo na base militar de Camp Omega, o pedacinho dos Estados Unidos em território cubano. E é em tal base que teremos um aperitivo do novo e famigerado "mundo aberto" de que Metal Gear agora faz parte.



Cabe apontar a versão ter sido avaliada no PS4. E o impacto inicial é brutal. Fox Engine é algo de monstruoso e, tecnicamente, Ground Zeroes é um marco. Impossível não se impressionar com a quantidade de detalhes depositados em todo lugar - talvez o mesmo impacto causado por MGS4 acerca de seu lançamento, em 2008. Modelos de personagens, do mais trivial dos sentinelas até o próprio Snake, variações de terreno - a lama é surreal - a chuva, os efeitos de luz e sombra, texturas de panos, pedras, enfim, tudo impressiona. O mesmo para os efeitos sonoros: aproxime a câmera (que agora é livre, a exemplo de tantos TPS no mercado) de Snake e ouça a chuva ao colidir em seu corpo. É de arrepiar. O choque também cabe para a nova voz do herói. Sai o já consagrado David Hayter e entra Keith Sutherland. É esquisito a princípio, mas mera questão de costume (mas admito nunca ter acompanhado a série 24 Horas, logo, meu envolvimento com o ator se resume a Melancolia e um filme de terror bem ruim que sequer lembro o nome). Talvez a escolha tenha encaixado bem, já que é sabido que Hideo Kojima propõe algo mais sombrio para The Phantom Pain - afinal, veremos o mito se tornando vilão, e, em Ground Zeroes, tal proposta toma forma no aspecto "falso documentário" que acompanhamos nas cutscenes. É interessante ver as coisas por esse prisma, além de tornar Skull Face um personagem bastante promissor. Metal Gear não é das séries mais amistosas em seus controles. A linha de aprendizagem sempre foi acentuada, exigindo estudo por parte do jogador para dominar completamente os movimentos e capacidades do personagem controlado. As coisas funcionam muito bem quando tal ponto ideal é encontrado. Ground Zeroes, definitivamente, é mais acessível, remetendo a tantos outros jogos de tiro e furtividade que vemos por aí. Snake abriu mão de sua cambalhota para frente, sua aderência a paredes e demais superfícies (além das batidinhas nas mesmas), além de outros recursos de HUD (que nunca esteve tão limpo) para se adaptar aos novos tempos. O GPS indicativo da posição inimiga, marcadores com contagem regressiva referente ao nível de avidez de soldados e até a clássica caixa de papelão, tudo se foi. No entanto, o chefão de Ground Zeroes está mais "amistoso ao usuário" do que nunca: você pode andar agachado o quanto quiser, CQC nunca foi tão simples de se executar, se arremessar para barricadas e, ali, se esconder quase que de forma automática e utilizar-se do recurso mais impactante destes novos tempos, uma espécie de bullet time que ocorre toda vez que algum sentinela avista Snake. Fazendo uso de tal, há a sensação real de estarmos controlando alguém muito acima da média, superior a seus adversários, com reflexos acelerados, sendo assim, fácil, enquanto tenso e divertido, acertar o alvo bem no meio dos olhos antes do alarme ser soado. Em contrapartida, não gostei de terem substituído as rations pelo péssimo sistema de regeneração de energia por tempo.



Como trata-se de um mundo aberto e, até certo ponto, vasto, mas com muitas possibilidades, ferramentas antigas agora funcionam de forma mais eficaz. A exemplo dos binóculos, indispensáveis para demarcar a posição inimiga no próprio campo de visão de Snake e em seu localizador, utilizado em tempo real (há aqui a opção de baixar um aplicativo em seu smartphone, simulando o acessório na palma de sua mão). A atenção do jogador é fundamental para manter o fator furtivo: mais que fazer uso de equipamentos, prestar atenção à movimentação e rotas inimigas e agir com cautela transformam a experiência, assim como iterações passadas, mas alguns níveis acima no quesito veracidade, dados incríveis poderios técnicos. A experiência aqui é breve e você pode (talvez não no nível mais alto de dificuldade) sair atirando em tudo que se move a esmo, fazendo uso de armamentos antiaéreos, granadas e bombas plásticas para chegar até Chico, como um verdadeiro First Blood deve ser. A liberdade para ir do ponto A ao ponto B é grande, e sempre preferi o stealth ao genocídio. Numa das vezes que conclui a missão, encontrei dutos de ventilação escondidos que me asseguraram acesso à certa área de forma mais discreta; outra vez, ao interrogar um soldado, soube qual dos jipes da base estava carregado com C4 (é bem fácil dirigir veículos, outra novidade neste universo). Há até colecionáveis na forma de emblemas da XOF (nova organização apresentada por aqui) e recompensadas habilitadas ao término da missão, como novas armas e modos de dificuldade. O valor replay é alto em Ground Zeroes, e como há leaderboards demarcando tempo, incitando disputa, e mensagens de desafio que surgem a todo instante (tiro na cabeça de maior distância, por exemplo), é sempre divertido retornar a Camp Omega. E acredite: você, veterano de Metal Gear, não ficará contente ao receber uma classificação C ao terminar a missão. É pessoal. Mas todas essas novidades nos controles poderiam ser supridas com uma mera demonstração, afinal, tal é seu papel. Mesmo com missões opcionais habilitadas ao término da "campanha" (sim, entre aspas), e mesmo com sua variedade chegando a impressionar de forma tacanha (é legal ver Camp Omega ao pôr-do-sol ou pela manhã), não acredito que Ground Zeroes convença alguém a embarcar no mundo de Metal Gear Solid. Aqueles que querem The Phantom Pain mais do que tudo na vida, já o queriam desde seu anúncio, e nada muda após os pares de horas decorridos ao lado deste Snake abastado tecnologicamente. Sim, não poderia estar mais empolgado e ansioso por MGSV, mas o custo-benefício de Ground Zeroes não é justificável, e vivemos em tempos onde podemos comprar o jogo de nossas vidas por trocado de bala.

Facebook compra Oculus Rift

Mark Zuckerberg anunciou no Facebook que está comprando a oculus VR, empresa que desenvolve o óculos de realidade virtual, oculus Rift. O valor da compra é US$2 bi, sendo deste valor US$400 milhões pagos em dinheiro e o restante em 23.1 milhões de ações da rede social. Em uma postagem na rede social Mark Zuckerberg explicou um pouco o motivo da aquisição e quais serão os planos da empresa para o acessório. "Nossa missão é fazer do mundo um lugar mais aberto e conectado. Durante os últimos anos, isso significava construir aplicativos mobile que ajudassem você a compartilhar com as pessoas que lhe importam. Nós temos muitas coisas para fazer com o mobile, mas neste momento sentimos que estamos em uma posição onde podemos começar a nos focar em quais plataformas virão em seguida para permitir mais usabilidade, diversão e experiências pessoais" disse Zuckerberg. "A missão do Oculus é permitir que você experimente o impossível. Sua tecnologia abre a possibilidade para qualquer tipo de novas experiência" continua. Zuckerberg também diz no texto que espera acelerar o desenvolvimento desta nova plataforma que a principio está sendo desenvolvida para os videogames. Em um segundo momento o aparelho será desenvolvido como uma nova forma de comunicação onde as pessoas colocarão os óculos para assistir aulas como se estivessem na classe ou seriam transportadas para o consultório do médico onde fariam seus exames de rotina. "Essa é realmente uma nova ferramente de comunicação. Sentindo-se realmente presente, você pode compartilhar espaços e experiências com as pessoas em sua vida" afirma o criador do Facebook. A aquisição deve ser concluída até o começo do segundo semestre de 2014.

domingo, 23 de março de 2014

Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014

A Electronic Arts revelou para a imprensa brasileira os primeiros detalhes de Copa do Mundo FIFA Brasil 2014 durante o producer tour, evento realizado para a imprensa, em  24 de fevereiro. Gilliard Lopes, produtor brasileiro do game, que trabalha com o time da Electronic Arts no Canadá fez as honras.


"Desta vez não haverá versão para as plataformas mais modernas porque com recursos limitados resolvemos investir apenas onde sabemos que o público mais jogaria"

No início da apresentação, a equipe revelou que atualmente estão com 60% do mercado brasileiro dos games de futebol e que superaram as vendas de Pro Evolution Soccer 2014
 que não teve um desempenho ideal junto ao público no ano passado. No entanto, com apenas uma parte do time de desenvolvimento dedicado a Copa do Mundo FIFA Brasil 2014, a EA decidiu lança-lo apenas para os consoles com maior penetração no mercado,ou seja Playstation 3 e XBOX 360. "Desta vez não haverá versão para as plataformas mais modernas porque com recursos limitados resolvemos investir apenas onde sabemos que o público mais jogaria" diz Gilliard Lopes.  

 Apesar do estúdio ter pessoas de mais de 50 nacionalidades diferentes em sua equipe, Gilliard não se cansou de dizer que este pode ser considerado o FIFA mais brasileiro de todos. "Diferente de todos os games de futebol que já fizemos, posso dizer que este possui toda a ambientação do que é o Brasil" afirma o produtor.   Fonte: Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014